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Análise: Tomb Raider (2013)

Autor: Brunno Quaresma
Tomb Raider (também conhecido como Tomb Raider 2013) é um jogo que representa: continuação de uma franquia de renome de uma das protagonistas mais notáveis e importantes da história dos games, evolução, adaptação para a nova geração, mas ao mesmo tempo também representa: um novo começo e revelação das origens da protagonista. Sim, com tudo isso, fica claro que é um jogo para não ser ignorado.

Como foi lembrado na introdução, a franquia Tomb Raider e a protagonista Lara Croft são intensamente importantes para a história dos games. Com o tempo tanto o conceito gráfico de Lara Croft quanto a jogabilidade do game sempre recebe atualizações e evoluções, mas este game representa um salto grande e é definitivamente um marco para a história da franquia.

De forma geral, esse game trouxe mudanças e avanços incríveis na jogabilidade, mas ao mesmo tempo eu julgo que conseguiu manter a identidade de uma forma eficiente. O que eu quero dizer é que em jogos anteriores, eu enxergo que a resistência para manter a identidade da jogabilidade tornava o jogo sempre com uma certa trava nos movimentos e ações, era como uma “doença crônica” da franquia, mas eu senti que essa “doença” finalmente foi curada e ainda assim mantendo a identidade. Honestamente, um trabalho admirável!



AS ORIGENS DE LARA CROFT

O game revela as origens de Lara Croft, ou seja, podemos conhecer Lara antes de se tornar a guerreira valente, vigorosa e corajosa que costumamos ver. Naturalmente acabamos por esquecer que Lara Croft poderia nem sempre ser essa personagem forte e é exatamente isso que descobrimos neste game. A história começa com uma expedição no navio Endurance em busca da ilha perdida de Yamatai. Já no Mar do Diabo, Sul do Japão, o navio acaba naufragando, mas Lara e o restante da tripulação chegam em Yamatai. Não demora muito para descobrirem que a ilha não está desabitada e que muitos mistérios a envolvem.
Os humanos que estavam habitando a ilha são violentos com Lara e os naufragados e a expedição começa a se tornar um pesadelo para todos (bem... praticamente todos). Lara começa a precisar usar seus instintos de sobrevivência naturais. No início tudo é bem difícil, isso mostra uma Lara Croft mais humana e como o perigo e o alto risco de morte pode nos obrigar a nos tornarmos mais fortes. Lara aos poucos vai se fortalecendo e também conseguindo usar seus instintos e habilidades familiares por ser uma Croft (seu pai era um grande arqueólogo).
O mistério principal da ilha Yamatai é incrível e eu achei bem diferente do que costumamos ver nos filmes e jogos. Não sei se realmente existe alguma história parecida, mas eu achei bem original e nada clichê.



Se você quer ver ainda mais detalhes sobre o jogo, Making Of e tudo mais, foi lançada uma webserie oficial em 6 episódios chamada The Final Hours of Tomb Raider. No episódio 2 o assunto é o enredo e as origens de Lara. Você pode assistir ao episódio no YouTube clicando aqui.

 TRILHA SONORA/ÁUDIO
A trilha sonora não me chamou muito atenção na verdade. Ela foi composta por Jason Graves. De forma genérica, são músicas de imersão para envolver o jogador no ambiente selvagem, florestal, muitas partes da melodia com características de músicas de tensão, perigo, além dos instrumentos e sons característicos de povos primitivos, tribais e ancestrais que representa muitos elementos do game. Posso dizer que a trilha sonora cumpre o seu papel que é o de imersão, mas não surpreende ou marca como aqueles jogos que assim que terminamos (ou ainda nem terminamos) já saímos falando “Nossa! A trilha sonora desse jogo é sensacional, marcante” ou “Nossa! Aquela música desse jogo... eu preciso procurar na internet para ouví-la!”.
The Final Hours of Tomb Raider. O episódio 3 trata sobre a parte sonora e fonográfica (eles até criaram um instrumento para dar mais originalidade às músicas e sons do jogo). O episódio 3 pode ser visto legendado em português clicando aqui.

GRÁFICO/VISUAL


Analisar os gráficos a fundo seria relativo, pois em 2013 este game foi lançado para PC, PS3 e Xbox 360 e em 2014 foi lançado Tomb Raider: Definitive Edifition para PS4 e Xbox One com melhorias. De qualquer forma, seja qual for a plataforma, os gráficos são lindos de se ver, podem variar um pouco, é claro, de cada plataforma e principalmente no PC, dependendo da sua placa de vídeo. O fato é: Os gráficos evoluíram bastante do último jogo lançado e esse game representa um salto na linha evolutiva gráfica de Tomb Raider. Para fazer a modelagem de Lara, foi utilizada a tecnologia da captura de movimentos e de expressões de uma atriz. Essa atriz se chama Camilla Luddington e, portanto, é ela que dá voz, expressão e movimento para a nova Lara. O uso dessa tecnologia tornou possível uma realidade ainda maior para a personagem, deixando-a mais humana e, convenhamos, ainda mais lindinha, essa Lara é uma gracinha! Ok, vou me controlar.




The Final Hours of Tomb Raider. O episódio 1 mostra a Camilla Luddington falando sobre sua experiência e cenas de como os atores gravaram as capturas de movimento. Você pode assistir ao episódio 1 legendado em português clicando aqui.

Todo o visual do jogo é incrível, não é apenas Lara, mas os outros personagens (amigos ou inimigos), todos os cenários da ilha, as mudanças de dia e noite, sol e chuva, os detalhes dos machucados e ferimentos, efeitos de explosões, impactos, enfim, é tudo maravilhoso. Tão imersivo e incrível que parece que estamos vendo um belo filme de ação e, claro, como estamos jogando, parece que estamos vivendo tudo aquilo.
Abaixo, algumas imagens de ARTE CONCEITUAL que eu retirei os Extras do meu game (ao longo do game várias imagens de Arte Conceitual vão sendo liberadas)
 
 
 

Fica válido destacar aqui que os ambientes do jogo são bem diferentes, não é aquele tipo de jogo que cansamos/enjoamos dos mesmos cenários repetidamente.
Mesmo sendo apenas uma ilha, os cenários são variados em visual e somando isso com a jogabilidade, da qual Lara vai adquirindo novas habilidades e equipamentos, os ambientes vão sendo cada vez mais interativos e até mesmos repassar por ambientes já vistos pode ser uma experiência nova quando Lara já possui novas habilidades e equipamentos.

JOGABILIDADE
EVOLUÇÃO NA MOVIMENTAÇÃO

Tomb Raider (2013) conseguiu manter a identidade da jogabilidade de uma forma eficiente e ao mesmo tempo apresentando avanços e novidades. Os movimentos e ações de Lara estão muito mais leves e soltos, ao contrário dos jogos anteriores que, em comparação, tinha movimentação mais travada.

ARCO E FLECHA, PISTOLA, RIFLE E ESCOPETA
Quatro armas compõe o arsenal de Lara ao longo do jogo. Evidentemente que aos poucos o arsenal vai se completando. Bem, de forma simples, o arco concede a melhor mira a longo alcance e é silencioso, o rifle dá as vantagens dos tiros múltiplos, a escopeta é a melhor para destruição a curto alcance e a pistola oferece um meio termo para qualquer situação.

MELHORIAS DE ARMAMENTO

Durante o jogo existem vários meios de juntar Fragmentos e encontrar Peças de Armas e eles são úteis para diversas melhorias nos armamentos, por exemplo, com o tempo é possível atirar flechas flamejantes, melhorar o dano das armas, diminuir o coice do tiro, aumentar a velocidade de recarga de balas, aumentar a capacidade de munição, atirar granadas, etc.

Abaixo, capturas de tela dos meus armamentos, já praticamente 100% evoluídos.

 

HABILIDADES DE UMA SOBREVIVENTE

Vencer inimigos, caçar animais, completar desafios e progredir na história concede Experiência (XP) e, com isso, Pontos de Habilidade. Existem acampamentos (fogueiras) espalhados pelo mapa e neles é possível adquirir as Melhorias mencionadas anteriormente em troca de Fragmentos e também adquirir Habilidades em troca de Pontos de Habilidade.

Essas habilidades deixam Lara mais experiente e capaz no jogo. Elas são divididas em três tipos: Sobrevivência, Caçadora e Combatente.

Sobrevivência – Habilidades de pilhagem, investigação, alpinismo e afins.

Caçadora – Habilidades de melhor uso do arco, maior capacidade de munição e especializações para execuções com as armas.

Combatente -  Habilidades de melhor resistencia a dor em combate, truques para deixar inimigos vulneráveis (jogando lama, areia, pedra...) e habilidades de contra-ataque.

A imagem abaixo mostra o Mapa da Ilha de Yamatai que é o mapa de onde ocorre o jogo. Como pode se perceber, há muitos tesouros, relíquias e tumbas para se descobrir no game.


ESSE JOGO NÃO É SÓ QUICK TIME EVENTS
Antes de começar a jogar Tomb Raider, eu ouvi dizerem que era tanto Quick Time Event no jogo que parecia que Lara fazia tudo sozinha e estávamos sempre assistindo a um filme. Sinceramente, isso me fez iniciar com baixar expectativas, mas percebi que não é bem assim. O jogo tem, sim, Quick Time Events em cutscenes de ação e tensão, mas isso deixa as cutscenes mais imersivas e envolventes, não apenas assistimos, mas participamos. E é claro que o jogo não é só cutscene, possui muitos, muitos momentos de exploração, investigação, resolução de enigmas (característicos de Tomb Raider) e também de combate (algo que está mais presente e intenso).



[ALERTA DE SPOILER – INÍCIO]
(selecione o texto se quiser ler)
Não sei se é exatamente um spoiler, mas acho válido comentar de algo relacionado aos Quick Time Events que eu posso julgar como uma certa falha. No vilão final, não acontece uma luta, um combate de fato feito pelo jogador, mas um combate feito por Quick Time Event. Sim, isso realmente é decepcionante. Chegamos finalmente no vilão final e queremos um desafio, vencê-lo “com nossas próprias mãos”. Bem, no Quick Time Event também é com as mãos, mas apenas apertar botões na hora certa, para ESTE MOMENTO de Tensão Final, achei realmente um “pecado”.
[ALERTA DE SPOILER – FINAL]

MODO MULTIPLAYER
O jogo possui um modo multiplayer online. É diferente, pois pela primeira vez na história de Tomb Raider há um modo multiplayer online, mas não é algo marcante. Acredito que tentaram inovar, mas não é algo que eu diria: “Jogue Tomb Raider 2013 por causa do modo multiplayer”. Seria mais pra algo como: “Tem também um modo multiplayer para se distrair um pouco (quando você ”se sentir sozinho”) e tentar uma experiência diferente”.


Assim como no modo história, há duas equipes, os Sobrevientes (os mocinhos) e os Solarii (os vilões).


Há quatro modos multiplayer: Resgate, Mata-mata em Equipe, Grito por Ajuda e Cada um por si.

Modo
Descrição
Resgate
Modo baseado em rodadas no qual os Sobreviventes tentam recuperar suprimentos médicos enquanto os Solarii tentam eliminá-los
Mata-mata em Equipe
Modo baseado em rodadas no qual Sobreviventes e Solarii devem lutar pela supremacia. A equipe com a maior pontuação no final vence
Grito por Ajuda
Modo baseado em rodadas no qual os Sobreviventes devem ativar os transmissores de rádio enquanto impedem que suas baterias caiam nas mãos dos Solarii
Cada um por si
Modo em que todos jogam contra todos. Elimine jogadores o suficiente sem morrer para se tornar o "Carrasco"e assegure seu domínio antes do tempo terminar


Tomb Raider The Final Hours. Esse episódio 4 aborda a criação do modo multiplayer. O episódio 4 legendado em português pode ser visto clicando aqui.

    
AVALIAÇÃO (de 0 a 5 ∞)

Gráficos: 
Trilha Sonora: 

Jogabilidade: 
Diversão: 


NOTA INFINITA:
4.5
(nota de 0 a 5)




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