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Saudade Infinita Review #05 - Pokemon Fire Red


Olá pessoas, aqui é o Ricardo Oliveira. Pretendo fazer neste post uma análise bacana sobre um jogo que estou terminando de rejogar (inclusive fiz um Let's Play dele em um canal que tenho). O nome desse game é Pokémon Fire Red. Se quer ver o review anterior, é sobre o jogo Road Rash.

Hey! Se você curte e jogou este game ou simplesmente curte POKÉMON, dá uma divulgada/compartilhada nesse post! 

Bem, voltando... 
Aí você fala "Espera! Mas você já fez análise de Pokémon Yellow, seu sem criatividade!". Calma, escolhi esse game justamente por ser o que estou jogando no momento, então as coisas estão, de certa forma, frescas na minha memória (mesmo eu sendo péssimo para lembrar coisas, mas enfim).

Pokémon Fire Red, como todos já sabem (pelo menos para quem tem um pé na Nintendo), é o remake da versão Red do longínquo Game Boy. Lançado em janeiro de 2004 como um remake para Game Boy Advance, é considerado um dos jogos mais populares do portátil, e quem fez foi a Game Freak, ou seja, Nintendo no final das contas, pois é uma das empresas da "Big N" (ainda existe esse apelido?).


História

Vamos lá, a história é aquela mesma coisa do anime, mas como não segue a jornada do Ash, mas sim de um treinador "qualquer" (o nome você escolhe), você não recebe o Pikachu (mesmo podendo capturar um durante o percorrer do jogo), mas para compensar, você escolhe um entre três pokémon e começa a jornada para capturar todos e ser o mestre pokémon.

Claro, como todo bom jogo, principalmente de RPG, você tem um rival (mesma coisa do seu treinador, o nome é à sua escolha), mesmo não seguindo a história de Ash, vamos perceber que seu rival tem o mesmo temperamento do Gary, o que é até normal, visto que nas versões Red, Blue e Green a história é quase igual e o anime teve base nos games. Temos que conseguir insígnias, que são "documentos" que provam que você é capaz de enfrentar a Elite 4, que é o grupo dos mais fortes treinadores, e durante esse processo há algumas lutas contra uma organização criminosa chamada Equipe Rocket.

A história é a mesma com exceção do meio para o final, onde há alguns extras que foram colocados, mas isso de maneira alguma modifica o final, de fato. Na verdade, um remake sem conteúdo extra (comparado com o game original) é um jogo fraco, coisa que Pokémon FireRed não é. E sim, tem pós game, o que é bem legal, só que olhando de perto são só coisas não relevantes. Ou seja, o jogo se resume a ser um treinador, conseguir insígnias, derrotar eventualmente seu rival e a Equipe Rocket, ir até a Elite 4 e vencê-los com tudo o que tiver.


Jogabilidade

Antes de explicar o combate do jogo, temos que saber que podemos capturar pokémon de vários tipos específicos, elementais (água, fogo, elétrico são alguns desses) ou não (fantasma, lutador, psíquico são alguns), todos com forças e fraquezas contra outros tipos, podendo dobrar o dano, metade dele ou simplesmente não ter efeito sobre outro pokémon nos combates (caso for tipo físico (normal ou lutador) contra um pokémon fantasma).

No jogo, podemos capturar centenas de pokémon, a variedade é grande, mesmo sendo impossível pegar de fato todos, pois alguns são conseguidos por troca com outros jogos da série para o portátil, outros por eventos que a Nintendo realizava na época (somente capturados agora por trapaça). Podemos ter na equipe no máximo seis, os outros ficam armazenados em outro local e existem computadores, que se encontram em Centros Pokémon (vou falar deles), que permitem enviar e receber os pokémon.

Os pokémon podem evoluir de algumas maneiras, a maioria sendo por nível, conseguido batalhando contra outros monstrinhos, mas há alguns que precisam usar as chamadas "pedra de evolução", neste jogo específico temos 5 pedras de evolução, que são folha, fogo, água, trovão e lua, cada uma podendo fazer alguns certos Pokémon evoluírem.

Voltando ao modelo de combate, o jogo é de uma série antiga, então o tipo de RPG é padrão, com escolhas a se fazer em uma luta de turno, com máximo de seis pokémon que cada treinador pode ter, e cada pokémon pode ter no máximo quatro ataques, nessa luta, ganha quem derrotar todos os outros pokémon do adversário. Simples? Nem tanto, além do tipo de pokémon, como já falei, podemos usar itens durante o combate que curam vida e condição (já vou explicar sobre), até aumentarem alguns pontos de status do combatente, isso sem contar o nível de cada pokémon em combate. É aquela teoria do RPG, quanto maior o nível, mais forte será!

Agora sobre condição de um pokémon, ele não fica só vivo ou derrotado, tem outras condições que podem afetar dentro e/ou fora da batalha, como o veneno, esse que é o mais chato de lidar, pois a cada turno na batalha seu pokémon perde vida, além de reduzir vida a cada passo dado fora dela, os outros são ruins mas ocorrem somente na batalha, como o queimado, paralisado, dormindo, congelado e confuso.

Agora falando sobre fora da batalha, primeiramente temos o Centro Pokémon, onde podemos curar de graça nossos pokémon da equipe, escolher qual pokémon ficará na nossa equipe (aqueles que ficam armazenados em computadores) e fazer trocas ou batalhar com treinadores conectando dois portáteis (ou usar um emulador que permita isso). Além disso temos o PokeMart (PokéLoja), são lojas que vendem itens usados dentro e fora das batalhas que melhoram seu pokémon, ou para não encontrar com nenhum pokémon selvagem (no caso do repel), fora as pokeballs.

Itens! Sim! Eles são de extrema importância. Começando pela pokeball (pokébola), temos a normal, a super, a great e ultra, da menos a mais capacitada a capturar um pokémon respectivamente, todas elas são vendidas em uma Pokemart, temos ainda a Master Ball, que você consegue somente no decorrer do jogo e tem chance total de pegar um pokémon, então use com bastante sabedoria. Há outros itens vendidos como o repel, os "anti qualquer coisa" que são remédios que curam alguma condição específica do pokémon, pedra de evolução e até TMs.

"O que é TM?" Calma lá, não se exalte, vou explicar falando de uma outra coisa primeiro. Com o passar dos níveis que seu pokemon ganha durante batalhas, eles ganham ataques novos e potentes, que dão dano, condição ou até os dois no adversário. Os TMs são movimentos que seu pokemon aprende de forma não natural, a única condição é ser um tipo compatível ao pokemon aplicado, mas como um TM é um item, só há uma chance de usar, então não se emocione, use com sabedoria. Há ainda os HMs que são a mesma coisa, só que além de poder colocar várias vezes, são ataques que podem ser usados fora das batalhas para acessar áreas antes impossíveis de chegar, ou até para cortar caminho, mas use com sabedoria também, pois são ataques que não podem ser tirados do seu pokémon tão facilmente.

Essa coisa de força e fraqueza existe em todo RPG desde que eu me entendo por gente, claro, como é um remake, temos alguns tipos novos de pokemon, e isso é interessante, pois aumenta o desafio. Sobre a Elite 4, eles apelam bem nos itens de cura, e isso não é o jogo pensando sozinho, mas apenas um comando automático, porque vida no vermelho significa "vamos usar um hyper potion ou full restore", mas não dá para pedir muito de um portátil "nível Super Nintendo".

Uma coisa que faltou nesse jogo, apesar de não ser culpa diretamente da desenvolvedora, é a interação com personagens "secundários", coisa que temos com certa quantidade em Pokemon Ruby, Sapphire e Emerald, mas isso se deve ao fato de tentar ser fiel à versão original. Uma coisa que achei que seria necessário colocar seria a condição de queimado em um pokemon tirar vida do pokemon fora da batalha, do mesmo modo que o veneno, mas isso é só um detalhe.


Gráfico/Som

No geral está na média, meus motivos incluem que são centenas de pokémon para colocar gráficos e sons individuais, isso não é difícil, mas muito trabalhoso. Apesar de que no Pokémon Emerald há uma pequena animação do pokémon quando entra na batalha, coisa que não vemos aqui, o que conta como um ponto um pouco negativo.

Os lugares que você passa durante o jogo são bons, estão no nível de Pokémon Emerald e são bem trabalhados em nível de um portátil do porte do Game Boy Advance, mesmo tendo um problema que insiste em ter em todos os jogos da série até aquele momento, a falta de interação com cenário, não é só fazer um lugar bonito, mas quando você tentar interagir é só um descritivo do que é, Pokémon merece coisa melhor, jogos do portátil com menos popularidade possuem uma interação mais decente, Golden Sun é um deles.

A música está acima da média, com certo destaque para a música de Lavender Town que continua me deixando com sono depois de tanto tempo hehehe. As músicas das batalhas, em especial a do Campeão da Liga é muito boa, supera um pouco minha expectativa.



Finalizando, Pokémon Fire Red não é qualquer jogo, mesmo o Pokémon Emerald sendo superior em termos de coisas a se fazer, quem gosta de uma boa nostalgia anos 1996 certamente vai gostar de reviver um jogo que fez parte não só da minha infância, mas provavelmente da sua.

Nota: ∞ ∞ ∞ ∞

O game sem dúvida merece ser jogado, e é uma escolha excelente para quem quer começar a jogar RPGs, e só para ninguém reclamar que não tem pikachu no começo, dá para pegar no decorrer do jogo. Então não reclama e vá jogar feliz.

Agora vamos ao final de mais um review/descritivo sobre um jogo! Se você chegou até aqui, é porque você de certa forma curtiu o post, dá uma força divulgando para seu primo, para o papai e mamãe, seu amigo da internet e é isso ae.
Até a próxima! =)
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