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Destiny – O game viciante da nova geração

Destiny – O game viciante da nova geração
Autor: Nich Calixto 

Fala galera, tudo certo?
Resolvi variar um pouco o tema e escrever sobre algo que está tomando muito meu tempo ultimamente.

Disponível para consoles da nova e ‘velha’ geração, Destiny, um jogo dos criadores da franquia Halo, leva os gamers a uma viagem de 700 anos no futuro.


A humanidade passa por uma era de ouro em termos de avanços tecnológicos e em questão de séculos, ela foi capaz de deixar a Terra e povoar planetas do sistema solar e além. Tudo isso graças a Traveler, uma esfera gigantesca que deu aos humanos a sabedoria necessária para se expandirem além do seu planeta de origem.
Como tudo que é bom dura pouco, uma força maléfica conhecida como Darkness começou a atacar os humanos e tomar todas as suas colônias. Após muito conflito, a raça humana está agora à beira da extinção, restando somente uma cidade na Terra, que fica sob a vigilância de Traveler.
O jogador assume o papel de um Guardião, estes são guerreiros que usam o poder de Traveler para defender a humanidade, reconquistando os territórios tomados por Darkness.

O Jogo é uma mistura de RPG com FPS (jogo de tiro em primeira pessoa) além de ser 100% online. A narrativa do jogo se dá através de missões, onde o jogador é levado à Terra, Lua, Vênus ou Marte. Existem as missões principais (para seguir a história) e as inúmeras missões secundárias, os mapas são abertos e, mesmo durante a missão principal, o jogador pode explorar o planeta em que está sem sair da missão. Com exceção das missões Strike, as quais só dá pra jogar com uma equipe de três jogadores, todas as outras missões podem ser feitas em equipe ou não.
O Crisol, é a área do jogo onde encontramos o PvP. Em Destiny, o Player vs Player de contém vários mapas e objetivos diferentes e, para aqueles que realmente gostarem do jogo, já está disponível a primeira expansão, The Dark Below (A Escuridão Subterrânea), que libera mais conteúdos para o PvP.

Ao iniciar o game, o jogador pode escolher entre três classes para criar seu Guardão: Titã (Titan), Caçador (Hunter) e Arcano (Warlock). Embora inicialmente sejam muito semelhantes, cada classe possui um estilo de jogo que vai se diferenciando ao longo do tempo. Além disto, cada uma apresenta sua própria habilidade especial, que ajuda na especificação das funções na equipe.
Titãs são soldados feitos para combate a curta distância, graças à habilidade de causar explosões que matam os inimigos ao redor. Caçadores, por outro lado, são mais furtivos e rápidos, tendo a habilidade de carregar uma pistola com balas de alto calibre que causam dano extremo. Finalmente, os Arcanos são os magos de Destiny, tendo o combate à média distância como preferência, por conta do poder de criar enormes esferas de energia que consomem todos em sua área de efeito.
Destiny tem grande foco em seu sistema de recompensa. Para toda ação do jogador, seja matar inimigos, descobrir caixas escondidas no mapa ou completar missões, existe a chance de premiação com uma nova peça de equipamento para ser utilizada um ou dois níveis à frente do atual. Como consequência, o jogador sempre tem algo a almejar, o que o incentiva a continuar. Neste aspecto, o game lembra muito a franquia Borderlands ou até mesmo à Diablo, viciando o jogador sempre na expectativa de ganhar uma arma melhor que ainda pode ser aprimorada com o uso.
A Bungie, produtora do game, deu um presentinho de final de ano aos jogadores, uma arma lendária. Para receber o item, basta o jogador falar com o chefe do correio na torre.

Quanto à parte de tiro, o jogo não foge tanto dos padrões. Armas seguem arquétipos conhecidos como metralhadora, rifle de precisão, pistola, lança míssil e afins. No decorrer do jogo, porém, ganham efeitos adicionais, que as tornam cada vez mais interessantes.

Em termos de som e imagem, Destiny é simplesmente espetacular. A trilha sonora feita pelo compositor Marty O’Donnel, com colaboração de Paul McCartney, ajuda a criar perfeitamente o clima do game, com músicas que encorajam nas batalhas, assombram em momentos mais intimidadores e acalmam no descanso entre missões.
Graficamente, Destiny é um dos jogos com o melhor visual na geração atual de consoles (Xbox One e PlayStation 4), os cenários são amplos, sendo possível enxergar longas distâncias. O nível de detalhes nos gráficos e a direção de arte fantástica tornam a experiência um espetáculo visual.
O ator Peter Dinklage dubla o Fantasma (Ghost), uma espécia de inteligência artificial que ajuda e acompanha o jogador. 
         

Essa mistura de genêros foi uma aposta arriscada, mas o resultado foi simplesmente sensacional e com seu universo rico, boas atuações e mecânica viciante, Destiny foi um dos melhores jogos do ano, perdendo apenas para FarCry 4 (em breve farei um review também).

Até a próxima! =P

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