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SEGREDOS DE UM PSICOPATA (Letras Infinita)

Autora: Pandora Alerrá

"SEGREDOS DE UM PSICOPATA"

Era fácil. Era só conquistá-las até ganhar sua confiança.
Precisava chegar ao mais profundo de seus sentimentos, seus medos, sua agonia, seu arrependimento e seus sonhos para destruí-las por inteira.
Eu tinha que ter paciência, calma e tolerância e sem dar nenhuma pista do que aconteceria depois.
Era prazeroso ouvir os gritos de socorro sabendo que ninguém além de mim ouviria sua voz outra vez.
As lágrimas em seu rosto mostrava o desespero e me causavam um certo tipo de felicidade. E facilmente conseguia ver um pouco de luz em seus olhos a procura de esperança, mas aos poucos aquela luz se apagava até que se desapegasse de seus sonhos e desacritasse que conseguiria fugir dali.
Tola! Ninguém nunca conseguiu escapar. Por quê com você seria uma exceção?
Não, não existirá exceção alguma, preciso vê-la sofrer até sua última respiração.
Quero sentir as gotas de sangue caindo sobre mim e aos poucos se tornando uma poça pelo chão.
Eu precisava sentir mais um cheiro de morte. E mais um rostinho bonito deixando de existir.
Era bom, era muito bom. Foi a melhor sensação.
Seu coração parou. Seu corpo estava jogado e lá estava ela. Parecia uma boneca de porcelana manchada de vermelho. Aquilo era extraordinário, minha melhor visão.
Era perfeita. Ficaria linda como cadáver. E realmente se tornou uma bela cadáver.
Pálida, muito pálida, quase perdendo toda cor. Lábios secos e sem tom.
Foi a melhor que matei. Imaginei até como estaria a família em seu funeral. Todos tristes, quase tão mortos por dentro quanto ela.
Mas não, ninguém encontrará o corpo dela.
Depois de usá-la como experimento para minhas facas de estimação era hora de queimar as provas. Adeus brinquedos, adeus boneca. Queima de arquivo. Preciso fazer isso!
Com seu corpo ao fogo sinto-me mandando ela para o inferno. Apenas encurtando um trabalho que mais dias menos dias aconteceria.
Alguém sentirá sua falta ou não. Mas não preciso de você aqui. Vá fazer companhia nas pedras quentes. No mundo abaixo. Vá viver novamente toda a dor.
Boneca vadia, ninguém precisa de ti.

Autora: Pandora Alerrá
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